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Celular na cueca salva caminhoneiros em cativeiro
12/07/2018

Você já se perguntou o que faria em situações de perigo, como um assalto ou sequestro relâmpago? Nessas horas, pensar rápido e usar o que está a sua disposição pode salvar vidas. Foi o caso de um ajudante de motorista de 19 anos, que escondeu um celular na cueca durante um sequestro relâmpago e conseguiu acionar a polícia.

Graças ao pedido de socorro do jovem, a polícia pôde prender quatro adultos e apreender dois adolescentes, autores do sequestro, na noite de terça-feira, 10, em Guarulhos (Grande São Paulo). Além da mensagem, o ajudante enviou pelo celular a localização do cativeiro, no bairro dos Pimentas, onde havia mais quatro vítimas.

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Imagem: Eduardo Anizelli/Folhapress

Veja também: A cada hora, um roubo de carga é registrado em SP

 

Entenda o caso

Segundo a polícia, um caminhão Iveco foi encontrado abandonado em Osasco (Grande São Paulo) por policiais militares. Ao verificar que o veículo era roubado, localizaram o dono da transportadora do caminhão, que mostrou aos policiais a mensagem que havia acabado de receber, por volta das 19h, do ajudante pedindo socorro. Seguiram para a avenida Marginal, em Guarulhos, onde funciona um lava-rápido.

O portão estava aberto e os policiais entraram. Dentro do local, se depararam com um estudante de 18 anos, que empunhava uma arma de brinquedo. Ele foi preso. No lava-rápido, encontraram também três vítimas, de 37, 34 e 19 anos, entre elas o ajudante que pediu socorro, em um cômodo, e mais duas pessoas, de 65 e 32 anos, em outro.

Ao lado dos cativeiros, em um corredor, estavam três suspeitos, de 16, 19 e 20 anos, que, ao avistarem os policiais, se renderam. A PM levou as vítimas e os criminosos para frente do imóvel. Instantes depois, uma perua Kombi entrou na rua. Os dois ocupantes, de 16 e 36 anos, foram reconhecidos pelas vítimas e presos pela PM.

Segundo o ajudante, ele e dois colegas de trabalho foram rendidos por volta das 14h pelos bandidos, na rodovia Ayrton Senna. O caminhão deles não transportava nenhuma carga. Três horas depois, duas outras vítimas chegaram ao local. Os ladrões pretendiam sacar o dinheiro dos reféns.

 

Adaptado de Estadão

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