rodoanel norte
Obras do trecho Norte do Rodoanel de SP estão com 42% de conclusão
22/06/2016

O trecho Norte do Rodoanel será aberto ao tráfego em março de 2018. A afirmação é da assessoria de imprensa da DERSA – Desenvolvimento Rodoviário S/A – empresa de economia mista que tem o Governo do Estado de São Paulo como principal acionista. Mas para cumprir a promessa e estar mesmo pronto até essa data, será preciso aumentar o ritmo dos trabalhos. Iniciado em fevereiro de 2013, portanto há 40 meses, o Rodoanel Norte tem, até agora, 42,30% de obras concluídas. Restam 57,7% para serem executadas em 21 meses.

Desafios

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Rodoanel Norte terá 44 km de extensão e mais 3,6 km de interligação com o Aeroporto de Guarulhos

Um dos principais desafios, segundo a Dersa, é o próprio local do empreendimento. A obra está nos limites entre a urbanização densa e áreas destinadas florestais de importância ambiental para a metrópole. Por isso requer um conjunto de programas para evitar, reduzir e compensar os impactos sociais e ambientais. Também é preciso cumprir todos os compromissos decorrentes da legislação ambiental e do processo de licenciamento ambiental.

Um dos métodos adotados para mitigar esses impactos é a implantação de túneis. São sete duplos, com aproximadamente 5,9 km de pista em cada sentido. O trecho Norte terá 44 km de extensão no eixo principal, além de 3,6 km de interligação com o Aeroporto de Guarulhos. A obra vai ligar o final do Trecho Leste, entre o trevo de interseção com a Rodovia Presidente Dutra, e a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, onde inicia o trecho Oeste, passando pela Rodovia Fernão Dias.

A partir da conclusão do Trecho Norte, o Rodoanel Mario Covas estará completo, 20 anos depois de iniciar sua construção com o trecho Oeste. Todo o complexo terá 177 km ligando dez rodovias paulistas. São elas: Anhanguera, Bandeirantes, Castelo Branco, Raposo Tavares, Régis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta, Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias. O Rodoanel é fundamental para o transporte de cargas e à cidade de São Paulo. Ele evita que os caminhões que estão de passagem pela região metropolitana tenham de passar pelas marginais Pinheiros e Tietê para seguirem seus destinos finais.

Por Jaime Alves

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